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O painel de abertura o Encontro Estadual: Direitos Humanos e conexões, que acontece no dia 11 de junho tem como tema: O Direito achado na Rua.


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A mesa virtual será composta por:

  • Cristina Bove – Assessora da Pastoral Nacional do Povo da Rua;

  • Samuel Rodrigues – Coordenador do Movimento Nacional do Povo da Rua;

  • Dep. Fed. Érika Kokay – Frente Parlamentar;

  • Dep. Fed. Patrus Ananias;

  • Dep. Est. André Quintão;

  • Luiza Mara da Silva – Coordenadora de Políticas dos Direitos Humanos da População em Situação de rua – Sedese;

  • Francisco Nascimento – Coordenador dos Direitos das Populações em Situações de Risco da Secretaria Nacional de Proteção Global do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos;

  • Prof. Robson Sávio Reis - Presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos de MG;

  • Elke Oliveira Houghton – Coordenadora do CEDDH MG.

 

Atualizado: 14 de jun. de 2021

Com o tema, População em situação de rua: Direitos Humanos e conexões, realizaremos online nos dias 11, 15 e 16 de junho, mais um encontro estadual.


Na edição deste ano, serão abordados temas como os desafios do CEDDH MG, aprimoramento das políticas públicas, financiamento público, retiradas de pertences, registro de violações de direitos - SIMA; políticas de moradia e habitação (housing first) e mulheres grávidas e puérperas.


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  • Dia 11 de junho (sexta-feira | das 18h às 20h30) Via Facebook CEDDH MG

  • Dia 15 de junho (terça-feira | das 19h às 21h30) Via Plataforma Zoom

  • Dia 16 de junho (quarta-feira | das 19h às 21h30) Via Plataforma Zoom


ATENÇÃO:

  • O painel de abertura no dia 11 de junho será transmitido via Facebook, dessa forma não é preciso fazer inscrição.

  • Para participar nos dias 15 e 16 de junho é necessário se inscrever.

  • Período da inscrição: Entre 04 e 11 de junho, via formulário online.

  • As vagas são limitadas (80 vagas) e estão abertas para todo o Brasil.

  • Os nomes selecionados serão publicados no site.

LINK para inscrição: encurtador.com.br/nAG79


Participações confirmadas para o Encontro Estadual:

  • André Luiz Freitas Dias – Pesquisador-extensionista e Coordenador do Programa Polos da Cidadania da UFMG;

  • Cristina Bove – Assessora da Pastoral Nacional do Povo da Rua;

  • Dep. Fed. Patrus Ananias;

  • Dep. Fed. Érika Kokay – Frente Parlamentar;

  • Dep. Est. André Quintão;

  • Egídia Maria de Almeida Aiexe – Pesquisadora extensionista do Programa Polos de Cidadania da UFMG, membro do Fórum de PSR em BH

  • Elke Oliveira Houghton – Coordenadora do CEDDH MG;

  • Francisco Nascimento - Coordenador dos Direitos das Populações em Situações de Risco (Secretaria Nacional de Proteção Global do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos);

  • Frei Olavo - Educador em Direitos Humanos da Pastoral de Rua da Arquidiocese de Belo Horizonte;

  • Luiz Tokuzi Kohara;

  • Luiza Mara da Silva – Coordenadora de Políticas dos Direitos Humanos da População em Situação de rua – Sedese;

  • Prof. Robson Sávio Reis - Presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos de MG;

  • Samuel Rodrigues – Coordenador do Movimento Nacional do Povo da Rua;

  • Vereador em Belo Horizonte Pedro Patrus.

 

Atualizado: 22 de jun. de 2021

No sexto episódio da série Direito à Memória: Criativos da Cidade conversamos com o senhor Paulo Assis, um artista de rua que através do desenho e da pintura esboça o seu olhar sobre a vida.


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“Nasci em Sabará, tenho 69 anos e sempre tive a arte como o princípio básico de vida, ou seja, toda manifestação artística carrega os sonhos, e se somos criados, somos cocriadores. Deus não fez a obra acabada, senão haveria razão de ser.


A função dos artistas em todas as áreas, nada mais é que representar a arte maior, a arte divina. Tornei-me artista de rua pintando e desenhando na minha cidade. No final da década de 60 fiz um curso de Belas Artes em Belo Horizonte para ampliar meus conhecimentos. Posso dizer que trabalho e respiro arte há 50 anos. A minha maior alegria é poder levar essa manifestação cultural para o povo, a arte tem que estar onde o povo está.


A arte dentro dos museus fica estática, quantas pessoas vezes nunca viram um pintor criando? Para mim é uma grande satisfação levar a arte onde eu estiver. O artista de rua não tem preocupação com a fama, com o poder, ou com o dinheiro, porque o talento é a maior riqueza que nós temos. Se você estiver bem com você mesmo, então estará bem em qualquer lugar.


O Brasil é um celeiro de artistas, muitos não reconhecidos e sem o devido apoio, o que é triste. Eu sigo usando a minha inspiração no dia a dia, reafirmo que o meu objetivo é levar alegria, estímulo e esperança para o povo em qualquer lugar.



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Eu quero viver até o final dos meus dias como pintor, há 21 anos eu fiz das praças de Belo Horizonte, do Rio de Janeiro e do Nordeste meu ateliê. O que me dá imensa satisfação é compartilhar através da arte a inspiração do momento, coloco o cavalete e produzo na hora.

A arte é uma manifestação divina, ela alivia e abre os horizontes, enfim qualquer manifestação artística salva.


Acredito que as próximas gerações no Brasil poderão desfrutar das belezas naturais e da arte com mais liberdade, respeito e entendimento de tudo que temos.


Todas as artes a maior delas é a de saber viver.” Paulo Assis, 69 anos, artista de rua.
 
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O Centro Estadual de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis (CEDDH MG) atua na defesa e promoção dos direitos humanos, com foco no protagonismo da população em situação de rua e catadores de materiais recicláveis.

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